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Casa Santista
Avenida Salgueiro Maia, nº1 A
Quinta Santo António da Barota 2605 - 216 Belas Tel. 212 493 571 / 918 771 681 Fax: 212 493 571 E-mail: casasantista@sapo.pt Onde estamos (Mapa) Login
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Ambiente
Estudos comprovam que a produção de uma tonelada de Cimento, a nível de indústria, é responsável pela libertação de cerca de 1,50 Toneladas de CO2 para a atmosfera e pelo consumo excessivo de combustível e energia. Para além disso verificou-se também que a construção de uma simples Moradia é responsável pela libertação de cerca de 270 toneladas/ano de CO2 para a atmosfera. Os valores referentes à utilização do aço e de outro tipo de materiais contribuem para o aumento de outros gases nocivos e poluentes, como por exemplo, os derivados de enxofre (responsáveis pela ocorrência das chamadas “Chuvas Ácidas”, fenómeno que contribui para a degradação actual das florestas). A Indústria do Betão Armado deverá assumir a sua responsabilidade a dois níveis: em termos de poluição local (com o seu enorme impacto definitivo e permanente sobre os solos) e também a nível global (já que consome de forma excessiva e pouco eficiente muitos recursos energéticos e tem contribuído para um aumento exponencial na libertação de gases do tipo CO2 e outro tipo de gases nocivos). Num edifício de Madeira, a estrutura base é constituída por madeira, material que não só não liberta qualquer quantidade de CO2 quando utilizado, como oferece maior eficiência energética. Em forma de árvore, fixa e retém o CO2 durante o seu ciclo de vida, não sendo esse Gás libertado aquando do abate da árvore no processo de exploração florestal sustentável e renovável. Para que se entenda a importância da exploração florestal sustentável e a importância da utilização da madeira como matéria primordial de construção, fundamento principal e sustentáculo da exploração florestal sustentável, há que conhecer e entender que cada árvore normal, ao longo de um ciclo de vida de 30 anos, realiza as seguintes funções:
A madeira utilizada nas nossas construções provém sempre de floresta certificada e sustentavelmente explorada (plantação de três novos exemplares por cada abate individual, e futuro abate apenas após os 30 anos de crescimento de cada espécie e segundo licenciamento específico de abate). |
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Desenvolvido por Bruno Gil
Casa Santista 2009
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